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Como o jiu jitsu pode te ajudar nos negócios

Três vezes por semana, o empresário Bruno Magalhães encerra um pouco mais cedo o expediente na agência de publicidade Kindle e corre para a academia, onde treina jiu jitsu na companhia de cinco funcionários. Lutador desde os 12 anos, ele já é faixa-preta no esporte.
Mas sua maior conquista é poder usar no escritório o que aprendeu no tatame
Por Flávia Pinho
Como o jiu jitsu pode te ajudar nos negócios

FAIXA-PRETA > Praticando jiu jitsu, o empresário desenvolveu a autoconfiança, fundamental para seu trabalho na empresa
Carioca morador da Barra da Tijuca, o designer Bruno Magalhães, 33 anos, há tempos cultiva a familiaridade com os kimonos. “Comecei a praticar na pré-adolescência, quando o jiu jitsu era moda e todos os amigos da escola lutavam”, lembra. Desde aquela época, leva os treinos muito a sério. A dedicação o levou à conquista da faixa-preta, graduação máxima no esporte — o que o encorajou a participar de algumas competições

Como o jiu jitsu pode te ajudar nos negócios

Os maiores ganhos, diz, não vêm em forma de medalhas. Um dos quatro sócios da agência de publicidade Kindle, fundada em 2006, ele atribui ao jiu jitsu seu estilo de conduzir a carreira. “No tatame, acabo exercitando a minha autoconfiança. Sinto isso claramente na hora de fazer uma negociação difícil, ou de vender uma ideia para um cliente.”
As demandas do trabalho são muitas. Com 80 funcionários, divididos entre a matriz carioca e uma filial em São Paulo, a Kindle começou como uma agência digital, mas hoje presta serviços em todos os tipos de mídia, atingindo um faturamento de R$ 5 milhões anuais. Mas não há compromisso que impeça Bruno de comparecer pelo menos três vezes por semana aos treinos noturnos, que duram uma hora e meia. O empresário não vai sozinho — nos últimos dois anos, arregimentou cinco funcionários, que se matricularam no curso e treinam no mesmo horário.
“A prática estreitou bastante os laços com a equipe”, afirma.
“Descobri como é saudável manter relacionamentos com os colaboradores fora do ambiente de trabalho. Quebra a rotina e nos permite conhecer aspectos que não vemos dentro do escritório.”
Em casa, porém, o poder de convencimento do jiujiteiro não é tão forte. Casado com a professora de balé Maria Fernanda, 31 anos, e pai da pequena Maria Luiza, 2, ele enfrenta bastante resistência da dupla ao seu hobby favorito. “Elas não gostam que eu pratique a luta, e têm boas razões para isso, já que eu vivo quebrado. Já fiz cinco cirurgias, no joelho e no ombro”, conta. “Mas não adianta, não consigo largar o jiu jitsu. Está no sangue.”

O que falta conquistar

A filial paulistana da Kindle, inaugurada há dois anos, é uma prioridade para Bruno Magalhães. A equipe ainda é pequena, com 20 funcionários, mas o empreendedor vê ali a maior chance de crescimento do negócio.
“Queremos que essa unidade dobre de tamanho até o ano que vem.”
Fonte: PEGN

E você?

Assim como o empresário Bruno Magalhães, você também deve ter uma história de superação, algum medo vencido com os ensinamentos vindos do tatame, e talvez você nunca se torne um campeão mundial de jiu jitsu, mais se transforme em um profissional, pai, amigo (…) melhor. Fazendo todo sentido a prática e ensinamentos do jiu jitsu.
Até a próxima! Oss.

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