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História de André Galvão Jiu Jitsu




André Galvão Jiu Jitsu 


    Campeão Mundial de Jiu-Jitsu, campeão do ADCC e faixa preta graduado pelo famoso Mestre “Careca”, André Galvão é também membro fundador da Atos Jiu Jitsu, uma das melhores academias do mundo. Famoso dentro do esporte devido ao seu sucesso no tatame e no “octogon” (também lutou MMA), André Galvão é facilmente reconhecido pelo seu estilo de Jiu-Jitsu “pra frente” sempre procurando a finalização e pelas suas batalhas na categoria absoluto dos campeonatos de Jiu-Jitsu pelo mundo fora. 

Nome: Completo André Luiz Leite Galvão 

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História de André Galvão 


    André Galvão nasceu no dia 29 de Setembro de 1982 em São Paulo – Brasil. André se iniciou nas artes marciais através do Judô ainda enquanto criança. Foi através do seu irmão mais velho que Galvão conheceu o Jiu-Jitsu, uma vez que seu irmão já treinava a arte suave. 

    Galvão iniciou seu treinamento de Jiu-Jitsu com 16 anos com o professor Luis Carlos Dagmar, mais conhecido como “Careca”, aluno do ilustre Mestre Osvaldo Alves. Foi só no segundo ano de treinamento que ele conheceria a pessoa que se tornaria o seu verdadeiro mestre e a sua inspiração, Fernando Tererê. Dagmar acreditava que a sua academia era pequena demais para o talento de Galvão e o aconselhou a treinar com Tererê que era um excelente professor e tinha outros lutadores talentosos do nível de Galvão na sua academia. 

    Sob a orientação de Tererê o Jiu-Jitsu de André Galvão teve uma evolução enorme. Tererê era um dos principais lutadores de Jiu-Jitsu da época, campeão mundial e o melhor do seu peso na virada do século. Galvão seguiu Tererê durante a sua separação da Alliance, o nascimento da Brasa e TT por um período de 3 anos. A meio de 2005 quando já chegava a hora de Galvão receber a faixa preta, uma série de acontecimentos afastaram a atenção de Tererê do Jiu-Jitsu. Em vez de receber a faixa preta do próprio Tererê que estava ausente, no dia da graduação (19 de Maio de 2005), o braço direito de Tererê e sócio da TT, Eduardo Telles, o levou até à sua cidade natal para que André tivesse a honra de ser graduado pelo seu primeiro professor, Mestre “Careca”. 

    Quando Tererê abandonou o esporte devido a seus conhecidos problemas pessoais, André Galvão acabou deixando a TT para se juntar à Brasa. Numa entrevista à revista Tatame em 2007, André Galvão afirmava que os seus ídolos no Jiu-Jitsu eram o seu professor, Tererê – pela sua personalidade e pela maneira como sempre conseguia empolgar o público, Vitor “Shaolin” Ribeiro, pelas suas incríveis raspagens e “Leozinho” Vieira por ser atlético e pelo que isso trouxe pro Jiu-Jitsu. 

    Galvão sempre foi um ávido competidor a ao contrário da maioria dos lutadores de Jiu-Jitsu, se dedicou a lutar em todos os campeonatos, não só os maiores – algo com que ele contava para continuar evoluindo. André venceu 4 Campeonatos Mundiais consecutivos, da Faixa Azul até à Faixa Preta (2002, 2003, 2004, 2005), conquistando peso e absoluto por dois anos seguidos, na faixa roxa e na faixa marrom (2003 e 2004). Atingiu a final em 2006 e 2007 mas não conseguiu vencer. O outro surgiu de novo em 2008. Nesse mesmo ano, André Galvão se juntou ao mundo do MMA, obtendo uma vitória finalizando Jeremiah Metcalf, um antigo lutador da Strikeforce, uma organização a que o próprio Galvão se juntaria meses depois. 

    Em Outubro de 2008, Galvão se associou com seu amigo Ramon Lemos para formar um novo time de Jiu-Jitsu. Os dois têm uma forte influência evangélica nas suas vidas e trouxeram as suas crenças religiosas para o tatame. Todos os seus alunos tinham uma formação semelhante e por essa razão os dois decidiram chamar o time de “Atos”, uma referência direta ao “Livro de Atos” (o quinto livro do Novo Testamento). O time tem tido um enorme sucesso nas categorias de faixa preta, com vários lutadores vencendo o Campeonato Mundial, o Pan-Americano e o Jiu-Jitsu World Pro Cup em Abu Dhabi. 

    Tendo se tornado lutador de MMA profissional em 2008, Galvão lutou em algumas das maiores organizações mundiais como a Dream (Japão) e Strikeforce (E.U.A.). Deixou a Strikeforce por sua própria vontade, depois de um ano de sucesso (2010) em que lutou 3 vezes, vencendo as duas primeiras e perdendo na última. Tinha planos para entrar no TUF (The Ultimate Fighter) – conforme explicou na entrevista ao BJJ Heroes em Janeiro de 2010 – mas isso acabou por não acontecer. Regressou às competições de Jiu-Jitsu a 7 de Março, vencendo os triais do World Pro Cup em San Diego na Califórnia (-83kg), vencendo também o Pan-Americano algumas semanas mais tarde – finalizando todos os seus oponentes, com exceção de Eduardo Santoro na final. Continuamente melhorando seu nível, Galvão esteve extraordinário na edição de 2011 do ADCC, o torneio mais prestigiante do mundo, alcançando o ouro tanto no peso como no absoluto, provando por que é considerado um dos melhores do mundo, e continuou vencendo as super lutas do ADCC nos anos de 2013, 2015, 2017 e 2019

As informações utilizadas que serviram como base desse publicação foram extraídas do site : bjjheroes.com, do próprio site das academias e/ou dos atletas, e de publicações de revistas como Graciemag, tatame, entre outras.

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